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Prefeitura de PG age após três meses de perigo prejuízo e apreensão.

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26/01/2024 14:22:54

Após quase três meses desde o início da formação da cratera no final de outubro de 2023 devido as fortes chuvas daquele ano, a prefeitura agiu na última quarta-feira (24) de janeiro para remediar a situação, procedendo ao preenchimento do buraco. 

Essa ação foi de importante para restabelecer a segurança de momento na região, onde os moradores tiveram momentos de apreensão desde o surgimento do buraco.

Vale destacar que a formação desse buraco resultou em rachaduras em diversas residências locais, agravando a preocupação e a necessidade urgente de intervenção, inclusive residência local foi interditada por conta do perigo e das rachaduras.

 

Em Nota a Prefeitura coloca como problema resolvido!  Será..? 

 

A Prefeitura de Ponta Grossa finalizou, nesta semana, o fechamento de duas crateras localizadas no Jardim Primor, em Uvaranas. Os problemas, causados por um curso de água que passa pela região, foram solucionados após avaliação das equipes do Município e da emissão de um parecer pelo IAT, ações que fundamentaram a decisão sobre quais medidas deveriam ser tomadas para sanar o problema.

“Esse é um trabalho muito importante e que resolve uma situação crítica para a região. Por isso, determinei celeridade para as nossas equipes na resolução desse problema, que agora já não assola mais as famílias que moram no Jardim Primor”, comenta a prefeita Elizabeth Schmidt.

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura e Planejamento, Luiz Henrique Honesko, o Município seguirá acompanhando a situação no decorrer das próximas semanas. Ele também conta que já foram iniciados trâmites para um estudo mais aprofundado – e preventivo – sobre a situação da região.

“A prefeita Elizabeth Schmidt determinou que buscássemos a solução mais eficiente e rápida para a população. Por isso, buscamos em diversas referências informações sobre como resolver esse tipo de problema com drenagem urbana.  A solução encontrada foi utilizar a pedra rachão, que é uma pedra de um tamanho maior e que permitirá a existência de espaços vazios entre as pedras, criando-se uma espécie de dreno que não impeça o fluxo do curso d’água que passa por baixo das casas”, explica Honesko, que discorre sobre as próximas etapas do trabalho.

“Com a conclusão dessa etapa, seguiremos monitorando, pelas próximas semanas,  a estabilidade do solo da região e verificando se a saída contém ou não material carregado por esse curso d`água. Além disso, também já estamos em contato com empresas de geologia e pesquisadores da área para definir o melhor caminho a ser tomado para a contratação, pela Secretaria de Meio Ambiente, de um estudo mais aprofundado e preventivo sobre a dimensão desse curso d’água e se há ou não necessidade de outras intervenções”, finaliza o secretário.